

:D~
oiiiiiiiiiii
acabamos o nosso trabalhinho sobre paz e solidariedade!!
gostaaaaram?????
Esperamos que tenhamos contribuido para concientização de todos! Se cda um fizer a sua parte o mundo pode ser bem melhor!!! :D e eh isso q esperamos, portanto, "Mãos à Obra"!
Bjos com mtooo cariiiinho
>> adoramos fazer o trabalho!
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Lana, PaTty e Vah
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09h32
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PAZ É A GENTE QUE FAZ!
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Lana, PaTty e Vah
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09h27
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Quadrinho!
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Lana, PaTty e Vah
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09h13
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Cartaz!
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Lana, PaTty e Vah
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09h12
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Lana, PaTty e Vah
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12h57
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Esse é o poeminha que nós tanto nos inspiramos para fazer! fico tri bunitinho neeh? LEiAM!!
Esperamos q nossas qridas sorinhas tbm gostem dele! bjoo
QUEREMOS PAZ!
Vivemos em um mundo em decadência,
Onde a paz é trocada pela violência
Onde os homens brigam como animais
Visando ter cada vez mais.
Mais poder,
Mais dinheiro,
E o mundo é tomado pelos traiçoeiros.
Aqui a violência esta demais,
Os “bonzinhos” se escondem
Mas a noite traz surpresas,
E nessa vida louca vivemos numa correnteza.
Estamos expostos em qualquer lugar,
Seja na rua ou em nosso próprio lar
Quem brinca com fogo pode se queimar,
Cabe a nós mesmos saber optar.
A sociedade começa a se afogar,
Procurando a direção certa para onde nadar.
Será que a tempestade nunca vai acabar?
Será que o mundo um dia irá mudar?
CHEGA DE VIOLENCIA!!!!!
CHEGA DE ESCURIDÃO!!!!
Deixemos a pomba branca voar rumo à imensidão!!!!
NÓS QUEREMOS SEMPRE MAIS.............PAZ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Lana, PaTty e Vah
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17h46
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Reportagem!
"BASTA! EU QUERO PAZ" (II) Por Silvino
R. Belo
.................................................................................
É evidente que a manifestação do dia "BASTA ! EU QUERO PAZ", não foi
nenhuma mobilização para sensibilizar os bandidos, os meliantes sem
escrúpulos nem consciência, os assassinos contumazes sem senso humano: pedir
a esses, em nome do AMOR ou de sentimentos cristãos, que deixem de matar e
de sacrificar inocentes ( às vezes com requintes de selvajaria, quase
desumanamente), seria pura utopia; aliás, qual seria a reação da população
carcerária mais periculosa dos Presídios de Água Santa e Frei Caneca, Bangu
I e II, a um apelo para que deixassem de lado a VIOLÊNCIA FÍSICA e, quando
saíssem, se integrassem à Sociedade e vivessem em PAZ, se seriam
discriminados por essa mesma Sociedade?
Seria, pois, muito instrutiva e concludente uma reportagem sobre este
assunto, nesses redutos, porque a aspiração da SOCIEDADE BRASILEIRA por
mudanças e moralização, suas manifestações de revolta contra a violência e a
impunidade, os apelos por PAZ nesse movimento de afirmação da cidadania,
precisariam, para sua eficácia, também ter ECO nas consciências (?) dos
verdadeiros desqualificados e energúmenos, quase "bestas humanas"- afora os
membros das classes mais favorecidas da população e o cidadão comum, para
evitar o cometimento de eventuais delitos ou episódios de violência familiar
- e seria extremamente salutar sabermos o que esses bandidaços pensam e
dizem sobre o dia do "BASTA ! EU QUERO PAZ".
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Lana, PaTty e Vah
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16h21
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Que fofoooooo³³³³³³³³ !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

NÓs NoS AmAmOS!!!!!!!!!! Amigas 4 eveerrr :D
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Lana, PaTty e Vah
às
16h13
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Campanha comunitária!
Sendo um voluntário da Sociedade de São Vicente de Paulo
A SSVP, através do Conselho Metropolitano de São José dos Campos, tem
34 Obras Sociais - sendo 30 asilos e quatro educandários/creche. Além disso,
atende mensalmente cerca de 5 mil famílias com a distribuição de 200
toneladas de alimentos (Campanha do Quilo).
E você também pode participar deste trabalho assistencial, seja com
contribuições financeiras e materiais, ou mesmo sendo um voluntário. Você
gosta de organizar ou de participar de promoções (festas beneficentes,
jantares, bingos) ou tem alguma aptidão que queira ensinar? Então entre em
contato conosco. Ficaremos felizes e gratos em tê-lo como nosso parceiro.
Esperamos por você!
Seja voluntário! Clique aqui e cadastre-se.
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Lana, PaTty e Vah
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16h11
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Editorial!
Israel promete um plano de paz 'sem precedentes'
A manchete do Estadão nem é o destaque do caderno Internacional, que
prefere fazer achamada sobre o ataque das Farc na Colômbia, que matou 60
pessoas. A notícia sobre o Oriente Médio diz respeito à possível
apresentação, na próxima terça-feira, de um plano de Ariel Sharon a George
Bush. A apresentação, segundo Sharon, é de "um plano de paz sério como
jamais foi oferecido por Israel". Não há detalhes desse "plano".
O jornal faz editorial sobre as análises negativas de bancos estrangeiros
sobre os títulos brasileiros em virtude do crescimento eleitoral de Lula. O
jornal segue a opinião do editorial de ontem de O Globo, inclusive na menção
a um editorial sobre o caso publicado na quinta-feira pelo jornal londrino
Financial Times. Entretanto, o Estadão é mais incisivo que O Globo na
afirmação de que os bancos têm razão em suas análises. Também evita dizer
que a política econômica do atual governo está entre os principais
reponsáveis pela desconfiança dos investidores no Brasil, como afirmaram O
Globo e a Folha ontem em seus editoriais.
O Estadão rememora posições de Lula a favor de calotes e diz que o petista
dever fazer mais que "vestir terno e gravata e piscar o olho na TV". O
jornal exige que Lula se comprometa mais com a estabilidade
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Lana, PaTty e Vah
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16h11
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Lana, PaTty e Vah
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16h01
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Notícia!
Joinville também se
sobressai na solidariedade
A cidade tem cerca de 20 mil pessoas trabalhando pelo próximo de forma
gratuita
Um em cada 20 joinvilenses (pouco mais de 5% da população) trabalha
ativamente como voluntário e está ligado a alguma associação ou entidade que
presta serviço à comunidade. Segundo a Associação Joinvilense de Obras
Sociais (Ajos), há aproximadamente 20 mil pessoas trabalhando como
voluntárias na cidade.
E este é apenas um dado estatístico oficial, ou seja, não leva em conta
outros tantos milhares de joinvilenses que praticam algum serviço gratuito e
que não estão vinculados às entidades ligadas à Ajos.
A entidade congrega quase uma centena de organizações governamentais e
não-governamentais e, segundo a presidente Miriam Malschitzky, mais do que
simples estatística, os números mostram que Joinville é uma das cidades
catarinenses mais solidárias.
"O serviço oriundo do voluntariado em Joinville é muito grande. E há
voluntários atuando em praticamente todos os níveis, em todos os segmentos
sociais, desde a ajuda a crianças aidéticas até o atendimento ao idoso,
passando pela prestação de serviço emocional e físico. Isso tudo faz com que
Joinville se torne uma cidade muito solidária. É uma das grandes cidades
solidárias do Brasil", diz uma entusiasmada Miriam, que vai coordenar este
ano a organização do maior evento da área no País.
Joinville será a sede de três eventos relacionados com a atividade: a
primeira semana do voluntariado, o primeiro fórum de debates nacionais e, o
mais importante, o primeiro congresso nacional de voluntários, que vai
reunir representantes de centenas de organizações não-governamentais (ONGs)
na cidade.
"Isso significa pensar mais do que o simples serviço. É o terceiro setor
que está muito em evidência e obriga que mesmo os serviços voluntários sejam
profissionalizados. É isso que queremos debater aqui", diz Miriam, lembrando
que devem estar na cidade nomes expressivos como a primeira-dama Ruth
Cardoso e Viviane Senna, irmã do piloto Ayrton Senna, presidente da Fundação
que leva o nome dele e uma das referências em trabalho voluntariado do País.
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Lana, PaTty e Vah
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13h22
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Entrevista!
Campanha da Fraternidade 2005 - Padre Manoel
Fábio Góis - fabio@portalibahia.com.br
Completando 40 anos, a Campanha da Fraternidade é uma iniciativa de
cristãos brasileiros com o objetivo de promover debates sobre temas
importantes do cotidiano, além de estimular a solidariedade entre as
pessoas. Um projeto com total apoio do Vaticano, do Papa João Paulo II e de
diversos países em todo mundo. Em 2005, a Campanha da Fraternidade tem como
tema a 'Solidariedade e Paz' e é sobre ela que o iBahia.com conversa com o
Padre Manoel, coordenador da Pastoral da Comunicação da Arquidiocese
Salvador.
Diante de tantas notícias de violência e problemas nas sociedades, as
Igrejas mantêm a esperança e lutam por um 'mundo' mais tranqüilo e unido. Se
a luta é por uma união, nada mais sábio, que as Igrejas também se integrarem
na campanha. A Campanha da Fraternidade 2005, pela primeira vez, foi
realizada de forma ecumênica, com a união das Igrejas cristãs.
Nessa entrevista, o Padre Manoel explica como funciona a Campanha da
Fraternidade, como a Igreja trabalha nas sociedades, perspectivas de
resultados, além de já adiantar a posição da Igreja Católica sobre o Turismo
Religioso, uma nova rota de turismo proposta pela Prefeitura de Salvador, e
sobre os novos avanços na tecnologia.
iBahia.com: Como funciona e qual é o objetivo da Campanha da Fraternidade?
Padre Manoel: A campanha sempre acontece sempre na Quaresma, que são os 40
dias que antecedem a celebração da Páscoa. A Quaresma tem uma didática de
vivência que a Igreja oferece para as pessoas: o desejo de convenção a
partir da vivência da oração, da vivência da caridade e da vivência do
jejum. Nesse tempo da caridade, ela tem uma dinâmica também social, que é a
transformação da realidade. A Campanha da Fraternidade entra exatamente
nesse ponto, na vivência da caridade no campo social. O objetivo da campanha
é, justamente, fazer com que a sociedade reflita sobre o que ela precisa
mudar para que as pessoas tenham dignidade e para que o mundo possa parecer
mais com aquele 'mundo' projetado por Jesus.
iBahia.com: Quem cria essa Campanha e como o Vaticano acompanha?
Padre Manoel: Quem criou foi a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil). E o Vaticano acompanha com muito gosto. Na verdade, a Campanha da
Fraternidade começou no Brasil, na década de 70 e hoje em dia já é realizada
em diversos países do mundo. Tanto que todo ano o Papa D. Paulo II manda uma
carta de incentivo a vivência da Campanha da Fraternidade.
iBahia.com: Qual é o tema desse ano e por quais motivos ele foi o
escolhido?
Padre Manoel: Solidariedade e Paz. A cada ano é feita uma grande pesquisa,
por exemplo, com dois anos de antecedência é feita uma pesquisa nas bases
com os bispos, com padres, com lideranças sobre o tema. Então, a partir
dessa demanda, que vem das bases da Igreja, a campanha é escolhida.
iBahia.com: Outro objetivo da Campanha da Fraternidade esse ano é o
ecumenismo. Como a Igreja realiza esse trabalho e por que desta vez
decidiram apostar nessa idéia?
Padre Manoel: Na realidade não é o objetivo. Ela foi feita de forma
ecumênica, ou seja, ela foi feita com as igrejas cristãs que fazem parte do
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC). Não é que seja todas as
igrejas cristãs, mas apenas aquelas que fazem parte do conselho - geralmente
as Igrejas históricas, como Luterana, Anglicana, Metodistas, entre outras.
iBahia.com: São três os principais aspectos envolvidos na Campanha da
Fraternidade de 2005: a violência, a solidariedade e a paz. De que forma as
igrejas podem auxiliar a sociedade a diminuir os altos números de violência?
Padre Manoel: Primeiro com ações como esta campanha, que é uma ação
específica por um determinado tempo. A campanha promove toda uma discussão e
uma reflexão por todo o país. Por outro lado, a própria ação da Igreja, no
cotidiano dela, é um ação de prevenção à violência. Porque, quando a Igreja
trabalha com milhares de crianças na catequese, milhares de jovens nos
Grupos de Jovem, milhares de famílias através da Pastoral Familiar ou
Pastoral da Criança, a ação da Igreja já é preventiva, pois ela está
formando pessoas de paz e solidariedade.
iBahia.com: A Igreja Católica tem visto resultados positivos aqui em
Salvador?
Padre Manoel: Bem, esse resultados não são de curto prazo. Lógico que são
sempre aquém do que a gente sonha. A gente sonha uma sociedade sem
violência, mas isso não depende só da ação da Igreja. Apesar do que, muitos
jovens que poderiam estar no mundo do crime ou das drogas, até por causa de
suas condições sociais, foram atingidos, única e exclusivamente, pelas ações
da Igreja.
iBahia.com: Mas percebemos que a violência faz parte da história das
civilizações no mundo. A violência causou transformações e deu novos rumos
às sociedades. Como a igreja pretende mudar isso?
Padre Manoel: A violência faz parte da natureza do homem. A gente pode
dizer que, naturalmente, o homem carrega um dado de violência. Mas as
Igrejas também trabalham no campo do sobrenatural, levando o homem a
potencializar o que de bem ele carrega. Então, em cada momento que esse
divino do homem for potencializado, ele viverá mais na lógica do
sobrenatural e menos na lógica do natural. Se fossemos só animal, diante de
qualquer situação que não nos agradasse, nós agiríamos com violência. Então,
oferecendo essa ajuda e esclarecimento à sociedade, estamos mostrando que é
possível algo a mais e melhor para todos.
iBahia.com: Como outras religiões podem participar da Campanha? Como podem
os fiéis de todas as Igrejas e grupos promoverem a Campanha da Fraternidade?
Padre Manoel: Todo homem de boa vontade é sempre bem vindo. Nesse ano, como
a campanha é ecumênica, as pessoas podem procurar o CONIC ou igrejas que
fazem parte do conselho e demonstrarem o interesse. Nas outras campanhas,
que não sejam ecumênicas, o desejo de participar é também sempre bem vindo.
Isso não tem nenhuma ligação com a Igreja Católica, ou seja, elas podem vim
ajudar na campanha sem ter que se tornarem católicas.
iBahia.com: Uma novidade em relação a religião, é a nova aposta da
prefeitura de Salvador em transformar a cidade em um pólo de turismo
religioso. O que a Igreja acha dessa iniciativa?
Padre Manoel: A Igreja vê com atenção. Procuramos os aspectos positivos,
mas nada tem apenas um lado. Tudo que é humano é contraditório, é ambíguo.
Então, nós acompanhamos com alegria e entusiasmo por permitir que as pessoas
não só conheçam o patrimônio histórico, cultural e artístico da cidade, mas
também as experiências de fé das gerações que nos precederam. Só que tudo
será acompanhado com atenção para que isso não seja instrumentalizado ou
transformado em mais um produto.
iBahia.com: A Igreja Católica condena o aborto, a eutanásia e Dom Geraldo
Majella informou que a Igreja é contra a pesquisa com células-tronco
embrionárias, recentemente aprovada no país. O que a Igreja vê de errado
nessas pesquisas?
Padre Manoel: A Igreja defende a vida em todos os seus níveis, desde a
confecção até o final. Por isso ela é contra o aborto no início da vida e
contra a eutanásia no fim da vida. A vida é um dom de Deus - só ele pode
dar, só ele pode tirar. Com relação as pesquisas com as células tronco, são
relacionadas apenas com as células embrionárias, o que precisa ficar bem
claro. Por exemplo, pesquisas com células do cordão umbilical a Igreja não é
contra. A Igreja é contra a manipulação genética de seres humanos.
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